A Síndrome da Cabeça Grande

Domingo, 08 de Dezembro de 2013

Ao reler o livro "Uma vida Cheia do Espírito" de Charles Finney, observei mais uma vez a importância imprescindível do revestimento do poder do Espírito Santo para que tenhamos êxito na árdua tarefa de ganhar almas para Jesus.

Finney foi o homem usado por Deus no grande avivamento de 1857 a 1858 dos 'grupos de oração', que se espalhou por dez mil cidades e municípios, resultando na conversão de pelo menos um milhão de pessoas, nos Estados Unidos e Inglaterra. Somente entre janeiro e abril de 1858, cem mil pessoas foram salvas nestas reuniões de oração ao meio-dia.

As chaves que abriram tamanha porta de salvação foi a compreensão dos princípios espirituais do revestimento de poder:

Princípio 1 - Precisamos ser revestidos do poder do Espírito Santo.
Cristo anteriormente informara aos discípulos que, sem ele, nada podiam fazer. Quando os encarregou da conversão do mundo, acrescentou: "Permanecei, porém, na cidade (Jerusalém), até que do alto sejais revestidos de poder. Sereis batizados com o Espírito Santo não muito depois destes dias. Eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai". Lc 24:49. Esse batismo do Espírito Santo, a promessa do Pai, esse revestimento do poder do alto, Cristo informou-nos expressamente ser a condição indispensável para a realização da obra de que ele nos incumbiu.

Princípio 2 - O trabalho ministerial só deve começar depois do revestimento do Espírito Santo.
Jesus ordenou aos primeiros discípulos que não pusessem as mãos à obra enquanto não recebessem esse revestimento de poder do alto. Ninguém, em tempo algum, tem o direito de esperar bom êxito se não obtiver primeiro o poder do alto. "Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra”. (Atos 1:8 NVI)

O exemplo dos primeiros discípulos ensina-nos como obter esse revestimento. Primeiramente, consagraram-se a esse trabalho, continuando em oração e súplicas até que, no dia de Pentecostes, o Espírito Santo veio sobre eles e receberam o prometido revestimento do poder do alto. Eis, portanto, a maneira de obtê-lo. Não é de admirar que Pedro, um homem inculto e iletrado, um simples pescador, depois que fora revestido do poder do Espírito, juntamente com 120 irmãos no dia de pentecostes, ao realizar a sua primeira pregação foi instrumento de Deus para conversão de 3.000 homens simultaneamente.

Charles Finney é radical quanto a este tema. Particularmente, também sou. É assombroso constatar que desde o século XIX, quando estas verdades foram reveladas, até hoje evoluímos tão pouco, sobretudo na formação de sacerdotes. Talvez, poderemos até ter regredido pois vivemos a revolução do conhecimento e da informação. Os cristãos valorizam hoje mais os títulos que a unção. A este problema nomeio aqui como a Síndrome da Cabeça Grande: muito conhecimento e pouca unção. Talvez isto ocorra pela presunção de que a ciência, métodos, estratégias e muito trabalho farão a obra do Espírito Santo dispensável. Ainda mais devido às manifestações irracionais de sua presença.

Leia abaixo o texto transcrito de Charles Finney, que mesmo escrito há tanto tempo é atual e explica muito bem como se manifesta a Síndrome da Cabeça Grande.



"Em artigo anterior afirmei que a falta do revestimento de poder do alto devia ser considerada prova de inaptidão para o pastor, o diácono ou o presbítero; o superintendente de Escola Dominical, o professor de colégio cristão e, principalmente, para o professor de seminário teológico. Será "duro esse discurso"? Será uma palavra descaridosa? Será injusta? Será imoderada? Estará em desacordo com as Escrituras? Suponhamos que, no dia de Pentecostes, um dos apóstolos ou dos demais discípulos presentes tivesse deixado de obter esse revestimento de poder por apatia, egoísmo, incredulidade, indolência ou ignorância. Seria então descaridoso, injusto, imoderado ou antibíblico, que ele fosse tido por inapto para a obra da qual Cristo os encarregou?

Cristo dissera-lhes expressamente que, sem esse revestimento, nada podiam fazer. Tinha-lhes recomendado taxativamente que não o tentassem através de forças próprias, mas que esperassem em Jerusalém até receber o necessário poder do alto. Prometera, com igual clareza, que, se permanecessem conforme a sua recomendação, haviam de recebê-lo "dentro de poucos dias". Evidentemente entenderam a recomendação no sentido de esperarem continuamente no Senhor em oração e súplica pela bênção. Ora, suponhamos que algum deles se ausentasse, para cuidar de seus negócios, contando com a soberania de Deus para outorgar-lhe esse poder. Fatalmente teria ficado inapto para o trabalho: e se assim fosse considerado pelos irmãos e companheiros que obtiveram o poder, teria isso sido descaridoso, injusto ou estariam em desacordo com as Escrituras? E não é verdade para todos que recebem a ordem de fazer discípulos e a promessa do poder que, se por alguma falta ou falha deixarem de receber o dom, estão, de fato, desclassificados para a obra e, principalmente, para qualquer cargo oficial? Não estão, de fato, desabonados para ministrar as ordenanças da Igreja? Ou estão credenciados para ensinar aqueles que deverão fazer o trabalho?

Se é verdade que lhes falta poder, seja qual for a explicação da deficiência, é igualmente verdade que não estão aptos para ensinar o povo de Deus: e se é reconhecido que são inaptos porque lhes falta poder, há que ser razoável, certo e bíblico assim considerá-los, falar deles desse modo e assim tratá-los. Quem tem direito de queixar-se? Por certo que eles não têm. Deve a Igreja de Deus tolerar ensinadores e líderes a quem falta esse requisito fundamental quando essa falta é forçosamente culpa deles?

É verdadeiramente de estarrecer a manifesta apatia, indolência, ignorância e incredulidade que existem nesse assunto. São indesculpáveis e altamente criminosas. Com a ordem de alcançar o mundo ressoando em nossos ouvidos; com a recomendação de esperar em oração constante e fervorosa até receber o poder; com a promessa, feita pelo Salvador e a nós estendida, oferecendo toda a ajuda de que precisamos; que desculpa podemos dar por estarmos incapacitados para essa grande obra? Que tremenda responsabilidade pesa sobre nós, sobre toda a Igreja, sobre cada crente! Poderíamos perguntar: como é possível, em tais circunstâncias, a apatia, a indolência e a comum e fatal negligência? Se algum dos primitivos cristãos a quem foi dada essa ordem deixasse de receber o poder, não o teríamos por grandemente culpado? Pois se neles a falha seria pecado, quanto mais em nós com toda a luz da história e dos fatos cercando-nos - luz essa que eles não possuíam.

Alguns pastores e muitos crentes tratam este assunto como se devesse ficar ao cuidado da soberania de Deus, sem nenhum esforço persistente para se obter o revestimento. Era assim que os primeiros cristãos entendiam e tratavam do assunto? Em absoluto: não descansaram enquanto o batismo de poder não veio sobre eles!

Certa vez ouvi um pastor pregando sobre o batismo do Espírito Santo. Ele tratou-o como realidade e, quando chegou à questão de como obtê-lo, disse com acerto que era da mesma forma que os apóstolos o receberam em Pentecostes. Fiquei satisfeito e todo ouvidos para escutá-lo esclarecer aos ouvintes a obrigação de não descansarem enquanto o não obtivessem. Nisso, porém, fiquei decepcionado, pois, antes de encerrar o sermão, ele procurou tirar do auditório o senso de obrigação de obter o batismo, deixando a impressão de que o caso ficava ao critério de Deus e ainda dando a entender que não estavam certos aqueles que insistiam veemente e persistentemente com Deus no cumprimento da promessa. Também não lhes ofereceu a certeza de obterem a bênção, caso cumprissem as condições. De modo geral, o sermão foi bom. Mas, achei que a congregação saiu sem nenhum estímulo ou senso de obrigação para buscar ardentemente o batismo. Aliás, é comum essa falha nos sermões que ouço: são muito instrutivos, mas não deixam na congregação o senso de obrigação ou o sentimento de grande estímulo quanto ao uso dos meios. São deficientes na conclusão: não deixam a consciência sob pressão, nem a mente sob o estímulo da esperança. A doutrina, muitas vezes, é boa, porém, falta o "e daí?"

Parece que muitos pastores e crentes professos ficam tecendo teorias, criticando e procurando justificar a sua própria negligência (então a cabeça começa a inchar com tanta teoria teológica). Assim não fizeram os apóstolos e demais cristãos. Não era uma questão que procuravam alcançar pelo intelecto antes de abraçá-la com o coração. Era, para eles, como deveria ser para nós: uma questão de fé em uma promessa. Encontro muitas pessoas procurando aprender pelo intelecto e resolver teoricamente questões de pura experiência. Apoquentam-se com esforços para compreender intelectualmente aquilo que deve ser recebido como experiência consciente pela fé.

Há necessidade de uma grande reforma na Igreja quanto a este ponto em particular. As igrejas devem acordar para os fatos, assumir uma nova posição, uma atitude firme no tocante às qualidades dos pastores e oficiais. Devem recusar-se a aceitar como pastor um homem cujas qualidades para o cargo não estão inteiramente satisfeitas. Tenha o que mais tiver a recomendá-lo, mas, se os seus antecedentes não comprovam que ele possui esse revestimento de poder para ganhar almas para Cristo, devem considerá-lo inapto para o cargo. Era costume das igrejas e, creio que em alguns lugares ainda o é, certificarem-se dos frutos espirituais dos trabalhos do pastor, antes de o considerarem capacitado e chamado por Deus à obra do ministério. De alguma maneira, a igreja deve verificar se o pastor que chama apresenta um ministério frutífero e não uma haste seca, ou seja, um mero intelecto, uma cabeça quase sem coração; escritor elegante, mas sem unção; grande arrasador, mas de pouca fé; de grande imaginação, talvez, porém sem o poder do Espírito de Deus.

As igrejas precisariam ser exigentes com seminários teológicos neste assunto. Enquanto não o forem, receio que os seminários jamais acordem para a sua responsabilidade. Há alguns anos, um dos ramos da igreja escocesa ficou tão incomodado com a falta de unção e poder dos ministros que lhe eram fornecidos pelo seminário teológico, que tomou a resolução de não ocupar mais pastores formados ali e enquanto o seminário não se reformasse nessa área. Foi uma repressão necessária, justa e oportuna e, creio, teve efeito de salutar.

Um seminário teológico devia indiscutivelmente ser uma escola não apenas para ensinar doutrina, mas, também e principalmente, para desenvolvimento da experiência cristã. Não há dúvida de que, nessas escolas, o intelecto deve ser bem provido; porém, é de muito maior importância que os alunos sejam conduzidos ao conhecimento íntimo e pessoal de Cristo, do poder da sua ressurreição, da comunicação de suas aflições, sendo feitos conforme a sua morte. Um seminário teológico que vise principalmente a cultura intelectual e forme eruditos a quem falta esse revestimento de poder do alto, é um laço e uma pedra de tropeço para a igreja. Os seminários não devem recomendar ninguém às igrejas, por maior que seja o grau da sua cultura intelectual, se não tiver obtido o grau mais elevado: o revestimento de poder do alto. Deve ser considerado incompetente para preparar homens para o ministério o seminário que expedir, como pastores, homens que não possuam essa qualidade mais que indispensável. As igrejas devem tratar de tirar informações e então considerar aqueles seminários que fornecem, não apenas os mais instruídos, mas, os pastores mais ungidos e cheios de poder.

É incrível que, embora geralmente se admita que o revestimento de poder do alto é real e indispensável para o sucesso no ministério, na prática, o assunto seja considerado pelas igrejas e escolas como sendo relativamente de pouca importância. Teoricamente se reconhece que é tudo. Mas, na prática é tratado como se não fosse nada. Desde os apóstolos até o tempo presente vem-se verificando que homens de mínima cultura humana, mas revestidos desse poder, têm tido o maior sucesso em ganhar almas para Cristo, enquanto que outros da mais apurada cultura, de posse de tudo quanto as escolas lhes forneceram, têm revelado a mais absoluta falta de poder no tocante à obra específica do ministério. Assim mesmo continuamos dando dez vezes mais ênfase à cultura humana do que ao batismo do Espírito Santo (daí surge a Síndrome da Cabeça Grande).

Na prática humana ela é tratada como sendo de importância incomparavelmente maior do que o revestimento de poder do alto. Os seminários possuem homens eruditos, porém, muitas vezes lhes faltam homens de poder espiritual; por isso mesmo não insistem nesse revestimento de poder como sendo indispensável para a obra do ministério. Os estudantes são bombardeados quase além das suas possibilidades com o estudo e a cultura do intelecto, enquanto, talvez, nem uma hora por dia é dedicada à formação da experiência cristã. De fato, não tenho conhecimento de que ao menos um curso de preleções sobre essa experiência cristã seja ministrado nos seminários teológicos.

Entretanto, religião é experiência. É uma percepção interna. O convívio íntimo com Deus é todo o seu segredo. Há um mundo de conhecimento indispensável, nesse setor, o qual é inteiramente negligenciado pelos seminários teológicos. Neles, a doutrina, a filosofia, a teologia, a história eclesiástica, a homilética, é tudo: a verdadeira união íntima com Deus não é nada. O poder espiritual para vencer junto de Deus e com os homens tem pouco lugar no seu ensino.

Às vezes, tenho ficado surpreendido com o juízo que os homens fazem quanto à futura utilidade de jovens que se preparam para o ministério. Noto que mesmo os professores tendem muito a se enganar nessa matéria. Se um moço se revela bom estudante, escreve bem, progride na exegese, está adiantado na cultura intelectual, neste eles têm grandes esperanças, muito embora saibam, em muitos casos, que o jovem não sabe orar, não tem unção, não tem poder na oração, não tem espírito de lutar, agonizar na intercessão e vencer com Deus. Contudo, esperam que ele, por causa da sua cultura, faça sucesso no ministério e seja muito útil.

De minha parte não deposito tal esperança nessa classe de homens. Tenho incomparavelmente maior esperança na utilidade do homem que, a qualquer custo, mantém sua comunhão diária com Deus, que almeja e luta por maiores alturas espirituais possíveis: que faz questão de não viver sem a vitória diária na oração ou sem o revestimento do poder do alto. As igrejas, os presbíteros, as associações e quem quer que autorize jovens para o ministério, são frequentemente muito faltosos nesse aspecto. Gastam horas informando-se da cultura intelectual dos candidatos, porém, não se ocupam alguns minutos em verificar a cultura do seu coração, o que sabem do poder de Cristo para salvar do pecado, o que conhecem do poder da oração e até que ponto estão revestidos de poder do alto para ganhar almas para Cristo. Nessas ocasiões, todo o processo não pode deixar senão a impressão de que a cultura humana tem preferência sobre a unção espiritual.

Quem dera a situação fosse outra e estivéssemos todos concordes, na prática, agora e para sempre, em nos apegar à promessa de Cristo e jamais julgar a nós mesmos ou a qualquer outro, aptos para a grande obra da Igreja enquanto não tivermos recebido plenamente o revestimento de poder do alto. Rogo aos meus irmãos e principalmente aos mais jovens, que não julguem que estes artigos foram escritos no espírito de censura. Rogo às igrejas, rogo aos seminários, que recebam a palavra de exortação de um ancião experimentado nessas coisas e cujo coração lastima e está carregado sob o peso das deficiências da Igreja, dos ministros e dos seminários neste assunto. Irmãos, rogo-vos que considereis mais seriamente o caso, que acordeis e o leveis a sério, não descansando enquanto esse assunto não for colocado no seu devido lugar e não tomar, à vista de toda a Igreja, aquela posição destacada e prática que Cristo lhe destinou."

Portanto, presumem os intelectuais que uma grande formação acadêmica teológica e um currículo brilhante sejam requisitos indispensáveis para o início de um ministério bem sucedido. Para conversão de vidas e transformação de pecadores em santos crentes em Jesus Cristo isso não serve! Talvez sirva para ajuntar gente que busca auto ajuda ou conforto para as inquietações da vida.

Paulo considerou isso como lixo. "E não somente essas coisas, mas considero tudo como perda por causa da grandeza que é conhecer Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele eu perdi todas as coisas e as considero lixo, para que eu possa ganhar a Cristo (Carta aos Filipenses 3:8 VFL)"

Paulo não se sustentava na eloquência de sua erudição ou na sabedoria humana para conduzir pessoas a Cristo. "Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. Pois está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos inteligentes”. Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Irmãos, pensem no que vocês eram quando foram chamados. Poucos eram sábios segundo os padrões humanos; poucos eram poderosos; poucos eram de nobre nascimento. Mas Deus escolheu o que para o mundo é loucura para envergonhar os sábios e escolheu o que para o mundo é fraqueza para envergonhar o que é forte. Ele escolheu o que para o mundo é insignificante, desprezado e o que nada é, para reduzir a nada o que é, a fim de que ninguém se vanglorie diante dele. (1 Coríntios 1:18-20, 26-29 NVI)". E diz mais:"A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. (1Coríntios 2:4, 5 ARC)"

Se formos apoiar nossos ministérios no intelecto, nos títulos, na razão, certamente teremos grandes dificuldades de equilibrá-lo. Como caminhar bem com uma cabeça grande e com um coração pequeno?

Jesus nos ensinou: "Tenho-vos dito isso, estando convosco. Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. (João 14:25-27 ARC)"

Sem o Espírito Santo nada poderemos fazer, sobretudo conosco que os fins dos tempos são chegados. "E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram a sua vida até à morte. (Apocalipse 12:11 ARC)"

Como ser um testemunho vivo de Cristo e andar em santidade senão com Ele? "Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros. (Gálatas 5:16, 25, 26 ARC)"

"Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz; a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à Lei de Deus, nem pode fazê-lo. Quem é dominado pela carne não pode agradar a Deus. (Romanos 8:5-8 NVI)"

Poderíamos citar inúmeros textos que sustentam nossa tese. Todavia, oriento os leitores a se debruçarem de novo na leitura do Novo Testamento observando que sem o Espírito Santo nada poderemos fazer.

Testemunho completo do avivamento dos Prs Cordeiro

Canal Pastor Nelson Cordeiro
Música Destaque

Rio de Fogo
Ministério de Adoração do Avivamento


Um rio de fogo está fluindo
De Tua presença está vindo
Minha alma está ardendo
Por Tua glória meu SENHOR

Minha alma está sedenta
Meu espírito faminto
Minha carne anela
Tua glória e Tua unção

Há uma chama
Em mim ardendo
Paixão por Tua presença
Que não se acabe este momento
Debaixo da Glória do meu DEUS

Meu coração por Ti batendo
Teu fogo está vindo
Minha alma por Ti clama
É tua glória meu SENHOR

Há uma chama
Em mim ardendo
Paixão por Tua presença
Que não se acabe este momento
Debaixo da Glória do meu DEUS

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